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Foi realizada na manhã desta segunda-feira, 20/02, na Câmara Legislativa do Distrito Federal, audiência pública, proposta pelo deputado distrital Lira (PHS), sobre a questão da reforma da Previdência Social no Brasil. O presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), Ângelo Fabiano Farias da Costa, foi um dos convidados do evento, ocasião na qual ressaltou o caráter “injusto, cruel, violento, açodado e contra o povo brasileiro” que essa proposta de reforma tem.

O procurador-geral do Trabalho (PGT), Ronaldo Fleury, afirmou nessa quinta-feira, 16/02, que as mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), proposta pelo Governo Federal,  não vão gerar empregos e crescimento econômico. A afirmação foi feita durante audiência pública na Comissão Especial da Reforma Trabalhista (PL 6787/16), na Câmara dos Deputados, ocasião na qual ele apresentou estudos que comprovam que as mudanças propostas vão precarizar o trabalho.  “O que gera empregos é o crescimento da economia e não a flexibilização das leis trabalhistas”, disse. A vice-presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), Ana Cláudia Bandeira Monteiro, acompanhou a audiência.

O presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), Ângelo Fabiano Farias da Costa, a vice-presidente, Ana Cláudia Bandeira Monteiro, o diretor de assuntos legislativos da ANPT, Marcelo Souto Maior, e o procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury, estiveram reunidos nessa quarta-feira, 15/02, com o relator da proposta de reforma trabalhista (Projeto de Lei 6.787/16), deputado Rogério Marinho (PSDB-RN). A reunião aconteceu na sede da Procuradoria Geral do Trabalho, em Brasília, e contou também com a participação da vice-procuradora-geral do Trabalho, Cristina Aparecida Ribeiro Brasiliano, e com o chefe de gabinete do pgt, Rafael Dias Marques.

Foi realizado nesta quarta-feira, 15/02, na Câmara dos Deputados, ato público contra a Reforma da Previdência (PEC 287/2016) promovido pela Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), juntamente com as demais entidades de classe que compõem a Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (Frentas). A mobilização teve como objetivo chamar a atenção de parlamentares e da sociedade para os efeitos dessa reforma, previstos na PEC, além de propor alternativas à proposta.

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